Cirurgia das Mamas
A assimetria mamária é mais comum do que muitas mulheres imaginam. Descubra como a mastopexia pode ajudar e quando outros procedimentos podem ser indicados.
Dr. Edmar Minchio
Cirurgião Plástico - RJ
A assimetria mamária é mais comum do que muitas mulheres imaginam. Diferenças no tamanho, formato, posição da aréola ou grau de flacidez entre as mamas fazem parte da anatomia de muitas pacientes — e, na maioria dos casos, são sutis. No entanto, quando essa diferença é mais evidente, pode impactar a autoestima, a escolha de roupas e até o bem-estar emocional. A mastopexia pode ser a solução — mas tudo depende do tipo e do grau da assimetria.
Antes de falar sobre o tratamento, é importante entender as causas. A assimetria pode surgir por diversos fatores, e em muitos casos é uma combinação deles que determina o resultado final.
Em alguns casos, uma mama pode ser mais flácida que a outra, ou ter uma posição mais baixa, o que torna a diferença ainda mais perceptível no dia a dia.
Sim, a mastopexia pode corrigir diferentes tipos de assimetria, especialmente quando envolvem diferença na altura das mamas, aréolas desalinhadas ou em posições diferentes, flacidez desigual e formatos diferentes entre as mamas.
Durante a cirurgia, o planejamento é feito de forma individualizada. Isso significa que cada mama pode receber uma abordagem específica para alcançar o máximo de simetria possível. Por exemplo: uma mama pode precisar de mais retirada de pele, enquanto a outra exige apenas reposicionamento. Em alguns casos, o cirurgião pode ajustar o tamanho das aréolas ou modificar o contorno da mama para equilibrar o resultado final.
Ficou com dúvidas?
Aqui entra um ponto importante. Se a assimetria envolve diferença de tamanho (volume) entre as mamas, a mastopexia isolada pode não ser suficiente. Nesses casos, é comum associar outros procedimentos para alcançar um resultado mais equilibrado e natural:
Essa combinação de técnicas, planejada criteriosamente, permite um resultado mais equilibrado, harmonioso e natural para cada caso específico.
Essa é uma expectativa importante de alinhar antes da cirurgia. O corpo humano naturalmente não é perfeitamente simétrico — e isso também vale para as mamas. O objetivo da mastopexia não é criar uma simetria absoluta, mas sim reduzir significativamente as diferenças, proporcionando um resultado harmônico, proporcional e natural.
Com uma boa indicação e planejamento cirúrgico individualizado, os resultados costumam ser bastante satisfatórios e transformadores para a autoestima das pacientes.
A recuperação da mastopexia varia de paciente para paciente, mas geralmente segue alguns padrões que oriento detalhadamente em consulta:
Os resultados começam a aparecer nas primeiras semanas, mas o formato final das mamas pode levar alguns meses para se estabilizar completamente.
Você pode considerar a mastopexia para corrigir assimetria mamária quando percebe diferença visível entre as mamas, sente desconforto com o formato ou posição dos seios, tem dificuldade para usar determinados tipos de roupa, ou nota queda ou flacidez — principalmente após gestação ou emagrecimento. A avaliação com um cirurgião plástico é essencial para identificar a melhor abordagem para o seu caso específico.
Sim, a mastopexia pode resolver a assimetria mamária — especialmente quando o problema está relacionado à flacidez, posição ou formato das mamas. Em casos com diferença de volume, a associação com outras técnicas pode ser o caminho ideal para alcançar um resultado mais equilibrado.
Cada corpo é único, e o planejamento cirúrgico deve respeitar essas particularidades para entregar um resultado natural e proporcional. Se a assimetria das mamas tem incomodado você, vale buscar uma avaliação individualizada. Com a técnica adequada, é possível recuperar a harmonia dos seios — e, junto com ela, a sua confiança.
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